Tretas entre YouTubers: As 10 Maiores que Pararam a Web

Você já preparou aquele balde de pipoca, abriu o Twitter (ou X, para os mais íntimos) e percebeu que a internet inteira estava falando sobre o mesmo assunto? Pois é, as tretas entre YouTubers se tornaram verdadeiros eventos globais.

Nos primórdios da internet, a gente entrava no YouTube para ver vídeos engraçados de gatos ou tutoriais de como consertar o chuveiro. Hoje, a plataforma é uma indústria multibilionária. E onde há muito dinheiro e fama, o ego sempre fala mais alto.

As brigas saíram das indiretas sutis nos vlogs e viraram verdadeiras superproduções. Temos vídeos de “exposed” com mais de quarenta minutos, dossiês completos, choro com luz no fundo e até disputas judiciais milionárias.

Neste artigo, vamos viajar no tempo e relembrar as 10 maiores tretas entre YouTubers que não apenas dividiram as redes sociais, mas literalmente pararam a internet.

Se você adora uma fofoca bem contada e quer entender como essas brigas mudaram a cultura pop digital, acomode-se na cadeira. Vamos mergulhar nesse universo de cancelamentos e rivalidades épicas!

1. O Apocalipse da Beleza: Tati Westbrook vs. James Charles

Quando falamos de tretas épicas, a comunidade de maquiagem do YouTube é imbatível. E nenhuma briga foi maior do que o lendário “Bye Sister”, que abalou a internet em 2019.

James Charles era o menino de ouro da plataforma, apadrinhado por Tati Westbrook. Eles eram como família. Tati investiu tempo e dinheiro na carreira do jovem influenciador.

A amizade parecia inabalável, até que James fez uma publicidade para uma marca de vitaminas concorrente da marca de Tati durante o festival Coachella.

Como a treta começou

Tati não engoliu a traição comercial. Ela sentou de frente para a câmera e gravou um vídeo de 43 minutos intitulado “Bye Sister”.

No vídeo, ela não apenas falou sobre as vitaminas. Tati acusou James de comportamento predatório, manipulação e deslealdade extrema com aqueles que o ajudaram.

A internet parou. O vídeo viralizou de uma forma assustadora, cruzando as fronteiras da bolha da maquiagem e virando notícia em jornais de televisão no mundo todo.

O impacto e o desfecho

O estrago foi imediato e brutal. James Charles quebrou um recorde negativo no YouTube: ele perdeu mais de 3 milhões de inscritos em um único fim de semana.

Famosos deixaram de segui-lo em massa. Após alguns dias de silêncio, James voltou com o vídeo “No More Lies”, mostrando prints e conversas que desmentiam várias falas de Tati.

O jogo virou. James recuperou seus inscritos, Tati perdeu apoio popular, e a comunidade de beleza nunca mais foi a mesma, perdendo boa parte da sua credibilidade com o público.

2. A Guerra do Humor: Whindersson Nunes vs. Carlinhos Maia

No Brasil, poucas amizades pareciam tão sólidas quanto a dos gigantes do humor nordestino: Whindersson Nunes e Carlinhos Maia. Ambos conquistaram a internet mostrando a simplicidade de suas rotinas.

Eles gravaram juntos, fizeram projetos e dividiram o mesmo escritório de agenciamento. Tudo parecia perfeito para os fãs que adoravam a união dos dois maiores influenciadores do país.

Mas os bastidores escondiam uma rivalidade gigantesca que explodiria de forma muito pública no ano de 2019.

Como a treta começou

A confusão estourou no dia do casamento de Carlinhos Maia. Whindersson e sua então esposa, Luísa Sonza, haviam sido convidados para serem padrinhos da cerimônia.

Porém, eles não apareceram. Carlinhos não gostou nada disso e, logo após o casamento, deixou de seguir Whindersson no Instagram, além de dar declarações polêmicas na mídia.

Carlinhos insinuou que Whindersson não foi ao casamento por inveja do seu sucesso, afirmando que o piauiense não aceitava não ser mais o “número um”.

O impacto e o desfecho

A reação de Whindersson foi imediata e irônica nas redes sociais. Luísa Sonza também entrou na briga, defendendo o marido e dizendo que eles sequer eram próximos de Carlinhos.

O peso da internet caiu sobre Carlinhos Maia. A pressão foi tão forte que ele precisou desativar seu Instagram (que na época era o mais visualizado do mundo nos Stories).

Whindersson aproveitou o momento para abrir o coração sobre sua luta contra a depressão severa. Meses depois, os dois conversaram, pediram desculpas públicas e selaram a paz, mas a relação nunca mais voltou a ser a mesma.

3. A Batalha dos Inscritos: PewDiePie vs. T-Series

Se as outras tretas foram por motivos pessoais, essa foi por uma questão de honra e soberania na plataforma. PewDiePie reinava absoluto como o canal com mais inscritos do YouTube por anos.

Ninguém imaginava que ele pudesse ser ultrapassado. Até que uma produtora de filmes e músicas de Bollywood, a T-Series, começou a crescer em um ritmo assustador.

Isso não foi apenas uma briga entre dois canais; virou um movimento cultural que dividiu o ocidente e o oriente na internet.

Como a treta começou

Em 2018, as projeções mostraram que a T-Series iria ultrapassar PewDiePie em questão de meses. Felix (o PewDiePie) transformou isso em um grande meme.

Ele lançou a música “Bitch Lasagna”, uma “diss track” ironizando a empresa indiana. O que era uma brincadeira de internet logo tomou proporções estratosféricas.

Fãs do mundo inteiro, liderados por outros grandes YouTubers como MrBeast, começaram a criar campanhas milionárias para manter PewDiePie no topo.

O impacto e o desfecho

O movimento “Subscribe to PewDiePie” saiu do controle. Hackers invadiram impressoras no mundo todo para imprimir mensagens de apoio ao YouTuber.

A disputa durou quase um ano de pura tensão, com o contador de inscritos sendo transmitido ao vivo 24 horas por dia por centenas de canais.

No final, a força corporativa venceu. A T-Series ultrapassou PewDiePie definitivamente em 2019. Felix lançou uma última música de “parabéns” e pediu para seus fãs encerrarem a guerra, colocando um ponto final na maior corrida da história do site.

4. O Ringue de Milhões: Logan Paul vs. KSI

Quem diria que uma troca de farpas no YouTube criaria uma nova modalidade de entretenimento e um império bilionário de bebidas esportivas?

KSI era um dos maiores YouTubers do Reino Unido, conhecido por seus vídeos de FIFA e seu temperamento explosivo. Logan Paul era o garoto-problema dos Estados Unidos, rei dos vlogs diários.

Após vencer uma luta amadora contra outro YouTuber, KSI pegou o microfone e desafiou publicamente os irmãos Jake e Logan Paul.

Como a treta começou

Logan Paul aceitou o desafio. O que se seguiu foram meses de provocações pesadas. Eles gravaram músicas um contra o outro, atacaram as famílias e criaram um clima de ódio real.

As coletivas de imprensa eram um caos absoluto, com xingamentos, empurrões e seguranças precisando intervir o tempo todo.

Os fãs de cada país tomaram as dores dos seus ídolos, criando uma verdadeira guerra civil nas caixas de comentários do YouTube.

O impacto e o desfecho

Eles lutaram duas vezes. A primeira, amadora em Manchester, terminou em um empate polêmico e bateu recordes de pay-per-view no YouTube.

A segunda luta, já como profissionais e sem protetor de cabeça, aconteceu em Los Angeles. KSI venceu Logan Paul por decisão dividida dos juízes.

O maior plot twist? O ódio virou negócio. Anos depois, os dois se uniram e lançaram a marca de bebidas “Prime”, faturando bilhões e provando que, na internet, o marketing sempre vence a inimizade.

5. O Passado Assombrando: Felipe Neto vs. Felipe Castanhari

Voltando para o Brasil, precisamos falar da época de ouro do YouTube nacional. Felipe Neto e Felipe Castanhari (do Canal Nostalgia) protagonizaram uma das brigas mais icônicas da plataforma.

Eram tempos em que os YouTubers não tinham assessorias de imprensa controlando cada palavra. As coisas eram faladas de forma crua no Twitter.

Castanhari vinha de uma vertente que valorizava muito a edição e o roteiro, enquanto Felipe Neto liderava com opiniões fortes e polêmicas no formato vlog.

Como a treta começou

A treta começou por divergências de estilo e críticas públicas. Castanhari fez comentários sobre o conteúdo de Felipe Neto, que na época passava por uma reformulação de público.

Felipe Neto não deixou barato e começou a responder no Twitter. A discussão evoluiu rapidamente para ataques sobre quem trabalhava mais e quem tinha o melhor conteúdo.

Os fãs dos dois canais, que na época eram os maiores formadores de opinião do Brasil, começaram uma guerra de “dislikes” nos vídeos um do outro.

O impacto e o desfecho

A rivalidade durou anos. Eles evitavam os mesmos eventos e frequentemente soltavam indiretas em seus vídeos e podcasts.

No entanto, o tempo provou ser o melhor remédio. Com o amadurecimento de ambos e as mudanças no cenário político e social do Brasil, eles começaram a concordar em vários assuntos.

O pedido de desculpas aconteceu de forma natural. Hoje, eles mantêm uma relação de respeito mutuo, provando que as tretas da velha guarda podiam ser superadas com maturidade.

6. O Fim do Casal Teen: Rezende vs. Virgínia Fonseca

O YouTube sempre foi um terreno fértil para “shippar” casais. Pedro Afonso, o Rezende, e Virgínia Fonseca formavam a dupla de ouro dos vídeos diários no Brasil.

Rezende já era um gigante dos games e vlogs. Ele fundou a agência ADR e apostou todas as fichas no carisma de Virgínia, que explodiu em popularidade sob a sua tutela.

Eles namoraram, gravaram centenas de vídeos juntos e geraram milhões de visualizações e reais para a agência. Mas o término do relacionamento misturou o pessoal com o profissional.

Como a treta começou

Após o fim do namoro, Virgínia engatou um romance com o cantor Zé Felipe. Com a sua popularidade furando a bolha do YouTube e chegando ao mainstream, ela decidiu que era hora de voar sozinha.

Virgínia rompeu o contrato com a ADR, agência de Rezende. O problema? Havia uma multa rescisória gigantesca estipulada em contrato, e Rezende decidiu cobrar cada centavo na justiça.

O assunto vazou para as páginas de fofoca, e o que era para ser um acordo corporativo virou uma lavagem de roupa suja na internet.

O impacto e o desfecho

A internet se dividiu. De um lado, os fãs de Virgínia a defendiam, dizendo que ela não precisava mais da agência. Do outro, os fãs de Rezende argumentavam que ele a tornou famosa.

Após meses de processos judiciais, advogados envolvidos e indiretas nas redes sociais, eles chegaram a um acordo financeiro milionário, pago por Virgínia.

Hoje, Virgínia é uma das maiores empresárias do país, e Rezende continua comandando sua agência. Eles não se falam, mas a treta rendeu um engajamento astronômico para ambos na época.

7. O Rei da Treta: Keemstar vs. Ethan Klein (H3H3)

Se existe alguém no YouTube que lucra com tretas, esse alguém é Keemstar, criador do canal DramaAlert. Mas o feitiço virou contra o feiticeiro quando ele bateu de frente com Ethan Klein, do H3H3 Productions.

Keemstar passou anos noticiando e, muitas vezes, fomentando brigas entre criadores de conteúdo. Ele era temido e odiado por muitos, mas intocável devido ao seu tamanho.

Ethan Klein, conhecido por seus vídeos de comentários ácidos e denúncias contra hipocrisia, decidiu que era hora de derrubar o gigante das fofocas.

Como a treta começou

Ethan produziu um vídeo estilo documentário de quase uma hora chamado “Content Nuke”. O alvo era exclusivamente Keemstar.

No vídeo, Ethan expôs de forma cirúrgica o histórico de comportamentos tóxicos de Keemstar. Ele mostrou falsas acusações graves feitas pelo DramaAlert contra pessoas inocentes no passado.

Além disso, Ethan criticou duramente as marcas que patrocinavam Keemstar, questionando como elas podiam apoiar alguém com aquele histórico.

O impacto e o desfecho

O impacto foi um dos mais devastadores já vistos no YouTube americano. A G-Fuel, marca de energéticos que patrocinava Keemstar há anos, encerrou o contrato com ele imediatamente.

Keemstar tentou se defender lançando seu próprio vídeo contra Ethan, mas a opinião pública já havia tomado o lado do H3H3.

Eles continuam se odiando até hoje, trocando farpas ocasionalmente no Twitter, mas essa briga mudou para sempre a forma como os patrocinadores avaliam canais de fofoca no YouTube.

8. A Velha Guarda e o Fim das Amizades: PC Siqueira, Cauê Moura e Felipe Neto

O YouTube brasileiro no início da década de 2010 era uma comunidade pequena, onde quase todos os grandes criadores se conheciam. A rivalidade entre o eixo dos vloggers era constante.

Felipe Neto era o principal alvo das críticas. PC Siqueira e Cauê Moura frequentemente faziam vídeos contestando as opiniões de Felipe, criando uma rixa histórica.

Essa dinâmica de rivalidade movia os fóruns da internet e gerava milhares de visualizações. Era a era do “hater” como entretenimento.

Como a treta começou

A briga era ideológica e de formato. Felipe focava no humor acelerado e nos óculos escuros, enquanto PC e Cauê tinham uma abordagem mais crua, underground e crítica à cultura pop.

Durante anos, eles trocaram ofensas pesadas em vídeos. A comunidade do YouTube era basicamente forçada a escolher um lado da trincheira: os fãs do Felipe contra os fãs dos vlogs alternativos.

O bafafá era tão grande que, em qualquer evento de anime ou tecnologia da época, a segurança precisava ser reforçada para evitar encontros nos corredores.

O impacto e o desfecho

O desfecho dessa história é um dos mais surpreendentes. Anos depois, percebendo que a briga não fazia mais sentido, eles sentaram e conversaram.

Eles não só fizeram as pazes como tentaram formar um canal juntos anos mais tarde. Cauê e PC também formaram o famoso canal “Ilha de Barbados” com Rafinha Bastos.

Infelizmente, com os trágicos acontecimentos envolvendo PC Siqueira no fim de 2023, essa era do YouTube ficou marcada na história como um período intenso que moldou a internet brasileira como conhecemos.

9. O Carmagedon: Jeffree Star vs. Manny MUA e Laura Lee

Lembra que falamos que a comunidade de beleza é a mais treteira do YouTube? Pois é, precisamos colocar Jeffree Star nessa lista, o rei indiscutível do drama.

Jeffree construiu um império de maquiagem ao lado de seus melhores amigos do YouTube: Manny MUA, Laura Lee, Gabriel Zamora e Nikita Dragun. Eles eram o esquadrão perfeito.

Até que os amigos decidiram que Jeffree era tóxico demais e tentaram “cancelá-lo” publicamente. Foi o maior tiro no pé da história da internet.

Como a treta começou

Gabriel Zamora postou uma foto no Twitter dos quatro amigos mostrando o dedo do meio, com uma legenda insinuando que eles estavam felizes sem a amargura de Jeffree.

Jeffree ficou em silêncio. Mas os fãs dele, sedentos por justiça, começaram a vasculhar o passado dos quatro influenciadores que tentaram derrubar o maquiador.

O que eles encontraram foi devastador: tweets antigos e extremamente racistas de Laura Lee e Gabriel Zamora.

O impacto e o desfecho

O jogo virou em questão de horas. Laura Lee, que tentou cancelar Jeffree, perdeu centenas de milhares de inscritos. Ela gravou um vídeo de desculpas chorando que virou um dos maiores memes da plataforma pela falta de lágrimas reais.

Manny MUA perdeu seu protagonismo no YouTube por meses. Jeffree Star saiu da situação com a imagem de “sobrevivente” e viu as vendas de sua marca de maquiagem decolarem.

Essa treta provou a regra de ouro da internet: se você vai tentar expor o passado de alguém no YouTube, tenha certeza absoluta de que o seu próprio passado está totalmente limpo.

10. A Treta das Thumbnails: Zangado vs. BRKsEDU (A Rivalidade Silenciosa)

Para fechar nossa lista, vamos falar de uma treta que não teve vídeos de choro ou processos milionários, mas que dividiu a enorme comunidade gamer do Brasil.

BRKsEDU e Zangado são os dois grandes pioneiros das gameplays e análises de jogos no YouTube brasileiro. Ambos começaram no anonimato, apenas com a voz e muito talento.

Mas a comunidade gamer adora uma competição. Com estilos muito diferentes, os fãs começaram a criar uma rivalidade que os próprios criadores tiveram dificuldade de controlar.

Como a treta começou

Tudo começou com indiretas sutis sobre a forma de produzir conteúdo. EDU sempre focou na diversão espontânea, enquanto Zangado prezava pela análise técnica e roteiros densos.

O clima esquentou quando surgiram debates sobre quem recebia os jogos antes pelas produtoras e quem tinha mais credibilidade técnica no mercado.

Zangado chegou a soltar algumas indiretas em suas redes sociais sobre “canais que só gritam”, o que a comunidade imediatamente associou ao estilo de outros youtubers da época.

O impacto e o desfecho

Embora nunca tenham gravado vídeos xingando um ao outro, a treta se consolidou na aba de comentários. Fãs de Zangado atacavam EDU, e fãs de EDU atacavam Zangado.

Com o tempo, os dois criadores perceberam que essa guerra de fãs estava sendo tóxica para o cenário de games no Brasil.

Hoje, ambos são lendas consolidadas e altamente respeitados. A poeira baixou, mostrando que muitas vezes as maiores tretas da internet são alimentadas não pelos criadores, mas pelos próprios algoritmos e seguidores em busca de confusão.

Conclusão: O Que Aprendemos Com As Tretas?

No final das contas, as tretas do YouTube nos mostram que a internet é um grande reality show sem roteiro definido. Por trás das câmeras e dos ring lights, existem pessoas reais lidando com egos inflados, dinheiro alto e milhões de espectadores julgando cada movimento.

Algumas brigas terminaram em impérios bilionários, como no caso do Logan Paul e KSI. Outras acabaram com carreiras inteiras de influenciadores que subestimaram a força do cancelamento.

O fato é que nós amamos acompanhar tudo isso. O drama gera cliques, os cliques geram dinheiro, e o YouTube continua sendo o principal palco digital para as relações humanas mais caóticas do século 21.

E você? Qual dessas tretas você acompanhou de perto pegando fogo no Twitter? Acha que faltou alguma briga inesquecível nessa lista? Conta pra gente nos comentários como foi sua experiência e qual treta mais te chocou!

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